Celebramos nesta semana o aniversário do passamento do Rebe de Lubavitch ocorrido há 15 anos atrás, no dia de 3 de Tamuz de 57654. O Rebe é tido por mutios como o líder da geração e seu legado ainda inspira muitos seguidores e simpatizantes. Combinando a parashá da semana que nos encontramos e a liderança do Rebe nos moldes atuais, segue uma pequena história chassídica.
“Conta-se que o Rebe Mendel de Kotsk acreditava conhecer o passado de sua alma, inclusive em encarnações dos tempos bíblicos. Uma vez perguntaram-lhe qual fora sua participação, contra ou a favor, nos dias do levante de Corach (Coré) contra Moshé.
- Nessa ocasião, - disse o Rebe – fiquei de lado verificando o que iria acontecer e não participei.
Os chassidim deveras se espantaram – como poderia o Rebe não se colocar ao lado de Moshe e lutar pela honra do ‘líder da geração’ escolhido por De’us?!
O sempre polêmico Rebe esclareceu: -eu não quis entrar em machloket – discórdia e brigas.”
Esta história de grande valos em tempos como o nosso quando é preciso primeiramente, para ser considerado um chassid, acreditar que o Rebe é pra lá de Mashiach e que sempre possuiu os maiores poderes, convencer os descrentes disto tudo e brigar com aqueles que não o seguem.
Um dos maiores desafios do líder de qualquer geração, e na nossa não é diferente, é o problema da desunião. O Rebe lutou em prol da união do povo e não é justo para com ele e com seu legado fazer discórdia em Israel por causa do próprio Rebe, seja qual for a razão. Tal qual nos ensinou o Rebe de Kotsk, o Moshé da geração pode se defender sozinho. Você, por favor, caso goste do Rebe, siga seus ensinamentos, mas não se meta em machloket.
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Pregação ao medianismo? Não combina com o Rebe de Kotsk. Tanto é que ele não esteve lutando contra a revolta, ficou verificando o que aconteceria. Muitas coisas boas podem sair do debate, mesmo que haja uma ponta de intriga. Por exemplo, a atual crise no Senado, pra quem não se lembra, teve seu começo a partir de uma disputa presidência da Casa. Embora a crise não seja boa em si, não fosse a disputa, os casos de corrupção continuariam desconhecidos.
Não,não é nenhum desses programas televisivos com pegadinhas e cassetadas,mas poderia até ser.
Esses videos que circulam no mundo da internet acabam fazendo sucesso,seja deixando as pessoas rindo ou até mesmo ficando horrorizadas,como foi para alguns o caso do menino de um dos videos abaixo.