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Is Obama Muslim?

Não poderíamos deixar de repercutir, ao menos à nossa maneira, o maior fenômeno da política mundial – Barack Obama, com um vídeo de Mendy Peilin! Se você já assistiu o vídeo de Mendy Peilin postado aqui há alguns meses, não se preucupe, não é dejavu...



Escrito por Iossi Katri às 09h00
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*O Kadish

Enviado por José Carlos Goldstein

 

O rabino de uma comunidade judia dos Estados Unidos, perdeu a consciência repentinamente e foi urgentemente hospitalizado. Dr. Goldman, que também pertencia a sua congregação, foi o responsável ematender-lo; mas lamentavelmente, a situação do rabino era muito crítica.Depois de fazer todo o possível para salvar-lo, Dr. Goldman tristemente concluiu que o rabino já não tinha mais esperanças de viver, e por isso pediu a seus alunos que juntem um minyan (dez homensjudeus) para escutar a confissão final do rabino. Os alunos passaram pelo hospital para chamar todos os membros da comunidade que encontrassem, maslamentavelmente, junto com o Dr. Goldman só eram nove.

Sem dar se por vencido, Dr. Goldman revisou a lista dos internados no hospital, e descobriu que havia um paciente judeu no ultimo andar, só que estava de cama, conectado a tubos e máquinas. De todo modo, Dr. Goldman pediu uma permissão especial para poder mover este paciente com sua cama e todos os aparelhos, até o quarto do rabino e assim completar o minyan. Quando aquele paciente viu que eram deis judeus reunidos começou a chorar...

Lhes explicou que justo esse dia é a data do falecimento de seu pai e pensou que lhe seria impossível disser o "kadish". Agora que milagrosamente do Céu o ajudaram reunir um minyan em pleno hospital, lhes rogou que lhe permitissem dizer kadish por seu pai antes da confissão do rabino. Todos os presentes aceitaram e com suma devoção escutaram o Kadish que lentamente o paciente pronunciou com lagrimas.

Ao terminar de responder o kadish mais emotivo de suas vidas, todos se surpreenderam de como o pulso do rabino começou a restabelecer-se e pouco a pouco ele foi recuperando forças. Depois de uma semana, não só que o rabino voltou à sua casa totalmente curado, senão que também apareceu um doador de fígado para o paciente que disse o kadish; que lhe foi transplantado e lhe salvou a vida.
 
Nos não sabemos quanto influência lá encima cada brachá que falamos e cada Amén que respondemos!!
 
Tomara que podamos aproveitar esta força e usar lá com saúde no resto de nossas vidas....
 
 
 
AMEN!

 

*O blog não se responsabiliza pela veracidade deste texto.



Escrito por Iossi Katri às 12h13
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Quem tem tempo?

Em tempos quando todos concordam que não ter tempo é chique e exclusivo, um olhar para esta questão por outro lado vem a calhar. Quem sabe poderemos chegar em outra conclusão.

Conhecemos aquele executivo que invariavelmente acorda cedo, não chega ao trabalho sem perder algumas horas por semana no trânsito - às vezes aproveitadas pelo celular, chega em casa no fim do dia com a tarefa de mânter o netoworking paralelo ao trabalho. E suas atividades so estão começando. Em  sua cabeça ele não tem tempo livre.  

Quando na verdade: Haja tempo livre para tantas tarefa intensas!

Não é todo mundo que tem todo esse tempo. Aqueles que preferem ser os donos de sua própria vida e de seu tempo, não tem medo de ficar a sós e às vezes até gostam, certamente, possuem menos tempo disponível para ficarem ocupados e preucupados. Talvez, por isso, são menos chiques, afinal tem menos dinheiro.

Porque pra eles, o tempo vale mais que o dinheiro.



Escrito por Iossi Katri às 11h54
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Uma bolsa feminina e introspectiva

Uma bolsa feminina que fielmente acompanha a mulher por onde ela vá e, muitas, vezes, é apoiada em lugares como banheiros públicos e afins, tende a trazer com ela várias bactérias. Segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com mais de vinte mulheres, ficou escancarado como o singelo ato de deixar uma bolsa sobre a mesa da cozinha pode ser perigoso.

Em uma reportagem na TV, algumas das portadoras de bolsas testadas choraram ao perceber que elas não são tão higiênicas como pensavam ser.

Pensando mais profundamente, somos, em geral, muito vulneráveis para com o mundo exterior. E não estou falando dos perigos que nós conseguimos identificar. Por determinado aspecto, por não serem percebidos, algumas pequenas e ínfimas coisas na nossa vida podem ser mais danosas que os famosos males.

Quantas vezes não ouvimos um sentimento de ódio, falta de consideração ou uma simples ironia maldosa e não importamos nem por um segundo. Ao invés de compaixão, o pedinte desperta um desconforto irritante. São coisas que entram num ouvido e saem pelo outro, suas imagens são substituídas rapidamente por outras, não são nada, nada mesmo. Mas no fim do dia, em última instância, todas essas coisinhas juntas deixam sua impressão e sua marca.

Com que se parece um ser humano com belas ações que não pratica a introspecção? Como uma bolsa Louis Vitton cheia de bactérias.



Escrito por Iossi Katri às 11h18
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